Sobre a água: Sem drama. Sem sentido. Sem vida!
Por Vera Lucia Ferreira Pereira em 23/01/2015
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E se ela vier a faltar? Como será?
Oh! Os carros, exibidos, na maior mordomia
Sendo afagados pela espuma
Logo sentem a dádiva de ter a água, pura e doce
Escorrer em sua lataria!
Mas quando ela faltar, com certeza, este não morrerá!
E as calçadas! Fortes sem dúvidas,
Aguenta os pisar, sentar, estacionar!
De água pura, não faz questão
Simpatiza-se com as vassouras,
E sem reclamar aceita de bom grado
A água da roupa, com ou sem sabão
E quando ela faltar, certamente esta não morrerá!
Em raso observar
Estas duas situações quis destacar
Só para lembrar
Quem realmente não viverá sem água
É quem está a lhe menosprezar
Lembrando que, são muitos os fatores que podem levar
A água potável a esgotar
Indústrias, empresas, plantações das mais diversas
Agropecuária, usinas, hidrelétricas, fábricas, etc. e etc.
Infinitos etcs.
Nada funciona sem água - Não funciona!
Porém não morre!
A vulnerabilidade da água
É tamanha que Poluindo a terra,
Ela lá está
No ar ela transita
Sobe como vapor
Desce como chuva
Logo se este estiver poluído
Ela purifica o ar Mas contamina a terra
Esvaziando seu sentindo
Não há alimentos sem água
Pois a terra, a água e o ar São parceiros, e trabalham em conjunto
Num exemplo de verdadeira cumplicidade
A sede se manifesta em questão de horas,
Daí corre na lembrança
A água desperdiçada...
Do carro lavado...
Das limpezas das calçadas...
Escorrida rumo à sarjeta
É o que restou
Depois de tanta indiferença
Enfim, o objetivo não era rimar
Mas fazer lembrar
Que o homem
Único responsável por todo este desastre
Dificilmente sobreviverá
E os carros e calçadas
Ficarão sem ninguém
Para lavá-los
Até por que
Água não mais existirá
Numa tentativa
de nos auto sensibilizar
questionemos nos
a cada ato
E se ela faltar?
Como será?
De fato!



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